terça-feira, 28 de dezembro de 2010

SAUDADES DE VC MEU AMOR




Escrevi este poema, pensando no meu filho, na tentativa de aliviar as saudades do meu coração
Filho, não vejo a hora de chegar e poder te abraçar!

SAUDADES

Dor de saudade
Saudade do amor, da amizade
Dor de falta, dor que dói no coração
Coração cheio falta, cheio de vazio
Coração que chora sozinho
Sozinho no meio da multidão
Multidão que não consegue suprir sua falta
Anceio, suspiro, respiro o futuro
Futuro onde haverá novamente você
Você e eu, juntos novamente
Juntos eternamente
No futuro do presente
Presente e não ausente
Onde posso voltar a ser o que sou realmente
Um ser completo felizmente


Tatiane Oliveira
dedicado a João Lucas, meu filho, meu amor

sábado, 18 de dezembro de 2010

"Se seus líderes vos dizem: ' Vejam, o Reino está no céu',

então saibam que os pássaros do céu os precederão, pois já vivem no céu. Se lhes disserem:

Está no mar, então o peixe os precederá pelo mesmo motivo. Antes, descubram que o Reino está dentro de vós, e também fora de vós. Apenas quando vós se conhecerem, poderão ser conhecidos, e então compreenderão que todos são filhos do Pai vivo. Mas se vos não se conhecerem a si mesmos, então viverão na pobreza e serão a pobreza".

Jesus Cristo

Rio de Janeiro/RJ - Praia da Macumba

Aniversário 28/08
Erik P.Ghijs no rosa da noite - Te amo, vida!

domingo, 12 de dezembro de 2010

IANSÃ



Senhora do fogo, dos raios e da guerra, é ela quem traz as tempestades e a ventania para varrer a maldade humana da face da Terra. Iansã andava pelo mundo se aventurado, onde quer que ela soubesse haver algo impossível para se fazer, lá estava ela se propondo a obter mais uma conquista.
Filha de Afefé com Iroco e irmã gêmea de Obá, Iansã é aquela que gosta de participar de tudo, é vingativa com aqueles que não sabem respeitá-la, porém não mede esforços para agradar quem a reverencia.

Protetora dos bombeiros e todas as mulheres guerreiras.
Iyá-mesan-òrun , seu Oríki, "mãe dos nove órun", Yásan.

 

"Santa Bárbara dos tempos violentos
Vosso rosto me aparece num clarão
Quando um raio rasga
A imensa escuridão.

Muitos ventos, muitos ventos
Passam por meu coração
Na carícia quase bruta
Do poder de vossa mão.

Senhora, me iluminai
Clareai meus pensamentos
Santa Bárbara
Dos tempos violentos.
Vejo em vossos elementos
A chuva não vai parar
Até ter deixado limpos
Meu corpo e minha alma

Dona dos meus temporais,
Senhora de olhos cinzentos,
Santa Bárbara dos tempos violentos".

(Santa Bárbara, de Fátima Guedes)




sexta-feira, 12 de novembro de 2010

BOLA DE MEIA BOLA DE GUDE

TODA VEZ QUE A BRUXA ME ASSOMBRA O MENINO ME DÁ A MÃO



Há um menino, há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão

Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão

E me fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, carater, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sussegado qualquer sacanagem ser coisa normal

Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão

Há um menino, há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão
E me fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, carater, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sussegado qualquer sacanagem ser coisa normal

Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão

Há um menino, há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão
E me fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, carater, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sussegado qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão
Há um menino, há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão